O diagnóstico de TI precisa terminar com decisões, não apenas com uma lista de equipamentos. Seu objetivo é identificar o que ameaça a operação, o que gera retrabalho e quais mudanças cabem no orçamento da empresa.
Comece pelo impacto no trabalho
Entreviste responsáveis pelas áreas e registre situações concretas: faturamento interrompido, acesso demorado ou arquivos sem responsável. Para cada situação, associe o sistema envolvido, a frequência e as pessoas afetadas. Uma reclamação recorrente merece investigação, mas não prova sozinha a causa técnica.
Separe urgência de melhoria
Classifique os achados por impacto, probabilidade e dependências. Acesso administrativo sem controle pode exigir ação antes de uma troca de computadores. Já uma aplicação lenta pode depender de análise do banco de dados, e não de comprar servidores. Registre também o que ainda precisa ser medido.
O que deve sair da reunião
- Uma ação imediata para cada risco prioritário, com responsável.
- Um conjunto de melhorias com estimativa e dependências.
- Uma data de revisão e uma evidência que comprove o resultado.
Se o diagnóstico não permite escolher o próximo investimento, falta traduzir a análise técnica. Peça que o fornecedor explique qual problema cada recomendação resolve e como a empresa verificará a melhoria.
Para complementar este tema, leia Terceirização de TI: como organizar suporte, custos e responsabilidades.
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